Olhar, asobercer seu ser e ver – o horizonte.
Intervir em si e sentir – a profundeza.
Reduzir-se a nada e tornar-se tudo, fazendo parte
consoante a todos os limites.
Ser sem ser visto, intrínseco, vivo.
(Armando Cesar Júnior)
Escrito por Fabio Feijão. às 00h38
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